Blog Agidesk | Dicas e conteúdos para atendimentos mais simples

O que são KPIs, para que servem e quais são os mais utilizados?

Escrito por Agidesk | Feb 6, 2026 2:40:39 PM

No universo corporativo atual, KPIs estão em toda parte: relatórios, dashboards, planilhas, sistemas e diferentes tipos de indicadores operacionais e financeiros. Nunca foi tão fácil metrificar atividades e desempenhos.

Ainda assim, muitas organizações seguem enfrentando um paradoxo curioso, onde quanto mais dados disponíveis, mais difícil parece tomar boas decisões.

É aqui que nos deparamos com a diferença entre medir e orientar: entre um número e uma decisão existe um espaço crítico — espaço este, que entram os KPIs, mecanismos criados para dar foco, sinalizar prioridades e orientar escolhas.

Dito isso, este guia foi pensado para quem quer sair da abordagem superficial e entender de forma definitiva e profunda o papel dos KPIs na gestão, como defini-los corretamente e quais indicadores realmente fazem diferença no dia a dia das operações.

O que são KPIs (Key Performance Indicators)

Um KPI (Key Performance Indicator) — ou Indicador-Chave de Desempenho — é um valor mensurável que indica o quão efetivamente uma organização está avançando ao encontro dos seus objetivos estratégicos.

A palavra “chave” não está ali por acaso. Diferentemente de métricas genéricas, que apenas descrevem volumes, ocorrências ou eventos, os KPIs carregam intenção. Eles existem para responder perguntas relevantes para a gestão, como:

Estamos melhorando? 
Estamos desviando? 
Estamos priorizando corretamente?

Por isso, um KPI nunca deve ser analisado isoladamente do contexto estratégico. Ele ganha sentido quando está conectado a uma meta bem definida, a um processo específico e a uma decisão que pode ser tomada a partir dele.

De forma simples, uma boa metáfora é pensar nos KPIs como uma bússola. Eles não mostram todos os detalhes do terreno, mas indicam se a empresa está caminhando na direção certa.

KPIs são, no fundo, sobre escolhas?

Sim. Definir KPIs é um ato de escolha estratégica. Ao decidir o que medir, a empresa também decide onde vai colocar atenção, o que será cobrado e o que tende a orientar o dia a dia da operação.

Cada indicador comunica, de forma explícita ou implícita, aquilo que a organização valoriza.

Por isso, quando falamos sobre KPIs, a pergunta mais importante não é “o que conseguimos medir?”, mas sim “o que realmente precisamos enxergar para tomar decisões melhores?”. É neste ponto que essa metodologia que discutimos aqui como tema cumpre seu papel de trazer foco, coerência e alinhamento para toda a empresa — tanto no nível da gestão, quanto no dia a dia dos times.

Por que os KPIs são importantes para uma boa gestão de operações?

Os KPIs não servem apenas para medir desempenho, mas também para trazer a base para gerenciar, ajustar e otimizar processos de forma contínua. Abaixo, elencamos os seus principais propósitos:

Alinhar estratégias e operações

Toda estratégia nasce de objetivos amplos — eficiência, qualidade, satisfação do cliente e crescimento sustentável. O desafio está em fazer com que esses conceitos cheguem ao dia a dia da operação de forma acionável.

É nesse ponto que os KPIs entram. Eles traduzem objetivos abstratos em referências mensuráveis, como, por exemplo, um nível esperado de NPS, um tempo máximo de ciclo ou um percentual de cumprimento de SLA. Essa tradução cria um elo direto entre o que a empresa pretende alcançar e o que, de fato, precisa acontecer nos processos para que isso se concretize.

Tomar decisões com foco em dados

Uma vez que a estratégia está refletida nos indicadores, os KPIs passam a cumprir um segundo papel fundamental: orientar decisões. Eles permitem que gestores acompanhem a evolução do desempenho e respondam, com mais segurança, perguntas recorrentes do dia a dia, como “estamos avançando?” ou “onde está o desvio que exige atenção agora?”.

Na ausência de KPIs, decisões costumam se apoiar em percepções individuais, experiências passadas ou urgências momentâneas, aumentando relativamente o risco de vieses e respostas reativas. Já indicadores atrelados a objetivos oferecem um ponto comum de referência, reduzem a subjetividade e trazem mais consistência às escolhas.

Monitorar desempenho ao longo do tempo

Além de apoiar decisões imediatas, os KPIs permitem uma leitura mais madura do desempenho ao longo do tempo. Em vez de reagir a números isolados, a gestão consegue observar tendências, padrões e recorrências — interpretando cenários para além dos números.

Essa visão longitudinal é importante para entender se melhorias pontuais estão se sustentando, se problemas são episódicos ou estruturais e se ajustes realizados estão, de fato, gerando impacto.

Engajar equipes e criar cultura de resultados

Por fim, KPIs também exercem um impacto direto sobre pessoas e cultura. Quando os times compreendem o que está sendo medido e por quê, cresce o senso de propósito e responsabilidade sobre o próprio trabalho.

Aqui, os números não são mais percebidos como mecanismos de cobrança, mas sim, como referências compartilhadas de sucesso, ajudando a alinhar expectativas e fortalecer uma cultura orientada a resultados.

Métricas vs. KPIs: qual a diferença?

Um dos erros mais comuns na gestão é tratar métricas e KPIs como sinônimos. Essa confusão leva a um problema recorrente e sério: operações cercadas de dados, mas frágeis quando precisam remanejar esforços e tomar decisões.

Entender a diferença entre métricas e KPIs é, antes de tudo, um exercício de intencionalidade. Significa deixar de adotar dashboards inflados, que informam muito, mas pouco explicam, e começar a enxergar o quão distante a operação está ou não de seus objetivos estratégicos.

De forma simples, as métricas ajudam a descrever o que está acontecendo — mostram volume, frequência, tempo ou quantidade; enquanto os KPIs surgem quando uma métrica passa a ser usada como referência direta para avaliar o avanço de um objetivo estratégico e orientar ações quando algo foge do esperado.

Ou seja, todo KPI é uma métrica, mas nem toda métrica merece ser tratada como KPI.

Características de um bom KPI

Para que um KPI seja útil — e não apenas mais um número no dashboard — ele precisa atender a critérios claros, dos quais elencamos a seguir:

  • Relevância estratégica: um bom KPI nasce da estratégia, não da disponibilidade de dados. Ele precisa estar diretamente ligado às prioridades reais do negócio, respondendo a objetivos claros como eficiência operacional, qualidade, previsibilidade, crescimento ou satisfação;

  • Mensurabilidade: para orientar decisões, um KPI precisa ser mensurável de forma objetiva e consistente. Isso significa ter critérios de cálculo, fontes de dados confiáveis e um método que permita acompanhar sua evolução ao longo do tempo;

  • Acionabilidade: KPIs eficazes são acionáveis, ou seja, quando fogem do esperado, indicam claramente que alguma decisão ou ajuste precisa ser feito. Isso não significa que todo desvio exige uma ação imediata, mas sim que o indicador oferece subsídios suficientes para avaliar cenários, priorizar esforços e escolher caminhos com mais segurança;

  • Periodicidade: definir a periodicidade correta evita extremos comuns, como acompanhar indicadores com tanta frequência (com pequenas variações gerando reações exageradas) ou analisá-los tarde demais (quando o impacto já se consolidou);

  • Responsabilidade: é fundamental que exista um responsável por acompanhá-lo de forma contínua, interpretar suas variações e provocar as discussões necessárias. Esse papel ajuda a transformar o KPI em aprendizado prático e puxa os times e as operações para mais perto dos objetivos definidos.

Tipos de KPIs e exemplos mais utilizados

Embora cada organização precise definir seus próprios KPIs a partir de seus objetivos estratégicos, alguns grupos de indicadores aparecem com frequência porque ajudam a responder perguntas recorrentes da gestão em diferentes frentes da operação.

Fato é que, ao organizar os KPIs por tipo, fica mais fácil entender que decisão cada setor sustenta e em que cenário ele faz mais sentido dentro da empresa.

A seguir, apresentamos os principais grupos de KPIs e os casos em que costumam ser aplicados:

KPIs operacionais

Os KPIs operacionais estão diretamente ligados ao funcionamento interno da empresa. Eles medem como o trabalho acontece, independentemente de quem é o cliente final ou do resultado financeiro imediato. São essenciais para identificar dificuldades, desperdícios e riscos operacionais.

Um dos indicadores mais utilizados nesse grupo é o tempo médio de ciclo, que representa quanto tempo um processo leva para ser concluído, do início ao fim. Esse é um KPI especialmente relevante, porque revela o quanto alguns processos longos raramente são longos por natureza, sendo, em sua grande parte, assim por causa de filas, dependências mal definidas ou decisões que ficam paradas esperando alguém.

Outro indicador crítico é a taxa de retrabalho, que mostra o percentual de atividades que precisam ser refeitas por erro, informação incompleta ou execução inadequada. Retrabalho consome tempo, aumenta custos e, sobretudo, sinaliza problemas de qualidade no processo original, sendo um ponto de atenção que escancara o quanto o problema raramente está “nas pessoas”, mas sim, na forma como o processo foi desenhado ou comunicado.

Já o SLA cumprido mede o quanto a operação consegue entregar dentro dos prazos acordados. A princípio pode ser visto como um indicador de velocidade, mas também pode ser interpretado como um termômetro de confiabilidade entre times internos que lidam com múltiplas áreas.

Por fim, a taxa de utilização de recursos é outro bom exemplo, porque ajuda a entender o equilíbrio entre capacidade e demanda. Um uso muito baixo pode indicar ociosidade; um uso constantemente próximo do limite pode sinalizar sobrecarga e risco de colapso operacional. Esse KPI é especialmente importante para decisões de dimensionamento de equipes e priorização de demandas.

Em conjunto, esses KPIs respondem a uma pergunta central:
“Nossa operação é sustentável no ritmo atual?

KPIs de atendimento e experiência

Enquanto os KPIs operacionais olham para dentro, os KPIs de atendimento e experiência olham para fora — para a percepção de quem recebe o serviço. Eles medem como a operação é vivenciada pelo usuário, seja ele um fornecedor ou cliente externo.

O tempo médio de atendimento (TMA) é um dos indicadores mais conhecidos, mas também um dos mais mal utilizados. Isoladamente, ele pode incentivar comportamentos contraproducentes, como atendimentos apressados e superficiais, contudo, seu valor real aparece quando analisado em conjunto com indicadores de resolução e satisfação.

Nesse sentido, o First Contact Resolution (FCR) é um KPI mais sofisticado, medindo a capacidade e maturidade da operação de resolver uma demanda logo no primeiro contato, sem repasses, retornos ou reaberturas.

Já indicadores como Net Promoter Score (NPS) e Customer Satisfaction Score (CSAT) entram para capturar a percepção subjetiva do atendimento: enquanto o primeiro avalia lealdade e recomendação, o segundo mede satisfação pontual após uma interação específica. Aqui, ambos são valiosos, desde que usados com consciência de que eles não explicam sozinhos por que algo está bom ou ruim, mas sinalizam onde aprofundar a análise.

KPIs de atendimento bem definidos ajudam a responder:
“Estamos resolvendo problemas ou apenas processando demandas?”

KPIs financeiros

Os KPIs financeiros traduzem desempenho operacional e estratégico em impacto econômico. Definitivamente, eles não substituem os indicadores de processo ou experiência, mas mostram se tudo isso se sustenta financeiramente ao longo do tempo.

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC), por exemplo, mede quanto a empresa investe para conquistar um novo cliente. Entretanto, é importante entender que, quando analisado isoladamente, ele pouco diz; já se comparado com indicadores de receita e retenção, torna-se uma ferramenta poderosa para avaliar a viabilidade do modelo de negócio.

Enquanto isso, a Receita Recorrente Mensal (MRR) é um termo bastante usado em empresas com modelos de assinatura, por exemplo, porque permite previsibilidade financeira e planejamento de crescimento. Mais do que um número absoluto, sua evolução ao longo do tempo revela saúde do negócio.

No mesmo contexto, a margem de lucro líquido mostra quanto da receita efetivamente se transforma em lucro após todos os custos e, atrelado ao Retorno sobre Investimento (ROI), conecta decisões estratégicas referentes a projetos, automações ou aquisição/criação de novos produtos, ajudando a priorizar iniciativas com maior impacto.

Quando juntos, esses KPIs ajudam a responder o seguinte questionamento:
“Estamos crescendo de forma saudável ou apenas movimentando volume?”

KPIs de desenvolvimento e produtividade

Nenhuma estratégia se sustenta sem pessoas, logo, os KPIs de desenvolvimento e produtividade ajudam a entender se a organização tem capacidade humana para manter e evoluir seus resultados.

A taxa de turnover indica o nível de rotatividade da equipe. Se elevado, não é apenas um problema de RH, afetando diretamente a produtividade, o custo operacional e a qualidade das entregas — especialmente em operações que dependem de conhecimento acumulado.

Enquanto isso, a produtividade por colaborador busca relacionar volume de entregas com capacidade instalada. Aqui, o objetivo do KPI é entender eficiência sistêmica, não pressionar indivíduos isoladamente.

Por fim, o índice de cumprimento de metas individuais, por sua vez, ajuda a avaliar alinhamento entre objetivos pessoais e objetivos organizacionais. Porém, atenção: quando bem definido, esse KPI reforça foco e clareza; quando mal desenhado, pode incentivar competição interna ou comportamentos desalinhados com o todo.

Esses indicadores, quando trabalhados de maneira síncrona, ajudam a responder:
“Nosso time consegue sustentar o desempenho que a estratégia exige?”

Como escolher os KPIs certos (e evitar armadilhas comuns)

Na prática, a maior parte dos problemas com KPIs não está no indicador em si, mas na forma como ele é escolhido.

O ponto central aqui é virar a chave para uma mentalidade lógica, mas que frequentemente se perde na correria do dia a dia: definir KPIs não pode ser um exercício meramente técnico, porque trata-se, antes de tudo, de um exercício reflexivo e estratégico, que exige entendimento do negócio, dos objetivos e das decisões que precisam ser sustentadas.

A seguir, apresentamos alguns passos simples, porém decisivos, para apoiar a construção de KPIs mais consistentes e relevantes, veja só:

1. Comece pelo objetivo, não pelo dado

Um erro recorrente é partir do que já está disponível para medir.

Pensamentos como “O sistema gera esse número? Então vamos acompanhar.” ou “A planilha tem essa informação? Então vira indicador.” são problemáticos porque nem sempre os dados disponíveis são, necessariamente, dados relevantes.

Um KPI só faz sentido quando nasce a partir de uma pergunta estratégica. Ele existe para indicar se um objetivo está sendo alcançado, e não para justificar o uso de informações que já estavam à mão.

2. Entenda o processo antes de tentar medi-lo

Outro erro comum é definir KPIs sem compreender profundamente como o trabalho acontece. Medir um processo mal compreendido costuma gerar indicadores distorcidos — e, pior, decisões equivocadas.

Imagine tentar medir eficiência sem mapear onde o processo começa, por onde passa, quem decide, onde espera e onde trava. Nesse cenário, o KPI pode até apontar um problema, mas dificilmente vai indicar onde ele está ou por que acontece.

KPIs eficazes nascem de uma leitura completa do fluxo de trabalho, iluminando pontos cegos que muitas vezes se traduzem em gargalos, dependências e desperdícios.

3. Foque na maturidade, não na quantidade

Existe uma tentação quase que natural de acompanhar todas as métricas disponíveis. Afinal, quanto mais informação, melhor, certo? Nem sempre! Tratar indicadores assim é abrir brechas para interpretações vagas.

Excesso de KPIs dilui o foco, afinal, quando tudo é prioridade, nada é. Times passam mais tempo explicando números do que agindo sobre eles, e reuniões de acompanhamento viram longas discussões sobre indicadores que não levam a nenhuma decisão concreta.

KPIs precisam ser poucos e relevantes. Eles devem apontar, de forma quase automática, onde agir quando algo sai do esperado. Dito isso, se um indicador exige longas explicações para justificar por que não importa naquele momento, talvez ele não devesse ser um KPI.

4. Padronize, valide e dê significado aos números

Um KPI só funciona quando todas as pessoas envolvidas entendem exatamente o que ele representa. Parece óbvio, mas não é raro encontrar empresas em que áreas que não têm uma correlação direta interpretam o mesmo indicador de formas distintas ou calculam de maneiras diferentes.

Quando isso acontece, o KPI perde sua função principal de alinhar visão e decisões.

Sendo assim, padronizar significa definir:

  • o que está sendo medido;

  • quem será responsável por mover o ponteiro;

  • como o indicador é calculado;

  • com que frequência é analisado;

  • e o que se espera fazer quando ele foge do padrão.

Sem este acordo, qualquer número vira apenas fonte de ruído.

5. KPIs não são escritos em pedra — evolua-os junto com o negócio

Outro erro silencioso é tratar KPIs como algo permanente. Organizações mudam, estratégias evoluem, processos amadurecem — e os indicadores precisam acompanhar esse movimento.

Um KPI que faz sentido em um momento de crescimento acelerado pode se tornar irrelevante em um cenário de consolidação. Da mesma forma, indicadores focados apenas em volume podem perder valor quando a prioridade passa a ser qualidade ou previsibilidade.

Revisar KPIs periodicamente é sinal de maturidade. Significa reconhecer que bons indicadores acompanham o estágio do negócio, e não o contrário.

Onde a tecnologia entra quando se trata de definir e mensurar KPIs?

À medida que a operação cresce em volume, complexidade e interdependência entre áreas, acompanhar KPIs de forma manual se torna não apenas ineficiente, mas arriscado, porque indicadores passam a depender de planilhas paralelas, extrações pontuais e interpretações subjetivas — e, nesse cenário, decisões deixam de ser tomadas no tempo certo.

A tecnologia entra justamente para resolver esse descompasso entre o que precisa ser enxergado e o que, de fato, está disponível para análise.

Plataformas de gestão de processos e atendimentos modernas, por exemplo, permitem que KPIs estejam diretamente conectados às operações do dia a dia, sendo atualizados automaticamente conforme o trabalho acontece e transformando indicadores em instrumentos vivos de gestão — não em relatórios que explicam o passado.

Mais do que centralizar dados, esse tipo de abordagem tecnológica também permite contextualizar melhor cada passo dado, mostrando as histórias por trás das operações, explicando com clareza por que um SLA caiu, onde um obstáculo se formou, ou qual etapa do processo impactou a experiência ou o custo.

Definir KPIs como instrumento de clareza estratégica pode ser simples com a Agidesk!

Definir KPIs como instrumentos reais de estruturação estratégica é um desafio comum — e, muitas vezes, o que trava essa evolução não é falta de intenção, mas falta de estrutura.

É justamente nesse ponto que tecnologias como as da Agidesk fazem a diferença, permitindo que KPIs deixem de ser relatórios estáticos e passem a refletir, em tempo real, o que acontece nos processos, nos atendimentos e nas rotinas operacionais, trazendo contexto e ajudando líderes e equipes a identificar desvios mais cedo, a priorizar melhor e a agir com mais segurança.


No fim das contas, KPIs são pontes entre estratégia e execução, capazes de traduzir objetivos em metas tangíveis e sustentar uma gestão mais previsível e madura. E, quando apoiados pela tecnologia certa, certamente transformam a governança de resultados, preparando a empresa para crescer com mais inteligência e consistência.

Quer ver como a Agidesk pode te ajudar neste desafio? Agende uma demonstração com o nosso time de experts ou cadastre-se e teste gratuitamente a nossa plataforma para descobrir como, em poucos passos, é possível estruturar KPIs conectados aos seu propósito e dia a dia.